
Fico revoltado com certos tipos de indivíduos, alguns muito comuns e outros nem tanto, mas todos me incomodam pelo mesmo motivo, a inconveniência.
Certos assuntos tem de ser tratados com certo cuidado e outros com certo ceticismo, mas existem pessoas que parecem não se importar com tais detalhes. Facilmente identificadas, essa raça maldita se adapta a qualquer ambiente e se espalha como um grupo de coelhos no cio. É estranho observar, também, que essa parte da população herda tal característica de seus pais, parentes, e com certeza são absurdamente religiosas, porém tais casos serão abordados em outros posts.
Antes que comecem a confusão mental e inevitável nesse blog, há um abismo de diferenças entre a inconveniência e o “filho-da-putismo”. O ato de filha-da-putar, ou simplesmente, ser escroto, é um dom concebido a poucos e complicadíssimo de ser usado por não filhos da puta (no sentido escroto da expressão, claro). Ser escroto não é simplesmente, por exemplo, acabar ou destruir a moral de certa pessoa com uso de palavras, é realizar essa função com embasamento e criatividade. Embasamento é algo muito fácil de ser obtido com um pouco de esforço, já criatividade...
Ser inconveniente é ser simplesmente ignorante, no sentido rústico da palavra. Podem dizer que não, mas as pessoas que mais utilizam a inconveniência não são muito bem instruídas, algumas nem evoluíram para homo-sapiens. São esses seres que não têm o que dizer e mesmo assim dizem, que não tem o que fazer e fazem, isso sem ter a menor idéia das mongolices pentecostais (hihihi) que estão espalhando com a boca, quase um H1N1 mental que frita sua paciência e faz você cometer atrocidades com seu próprio corpo, como socar a parede violentamente e quebrar a mão, morder o lábio até sangrar e afins.
Um exemplo clássico e facilmente encontrado é o inconveniente decidido, aquele que por mais que esteja errado e por mais que saiba que está sendo completamente irracional, não aceita esse fato. É aquele individuo que ao ser corrigido (ser corrigido é chato, porém necessário!) diz: “Não enche o saco, porra! Eu falo do jeito que eu quero!“ ( Caso você seja uma pessoa que utiliza essa frase decorada ao ser corrigida, desejo que seja estuprado por um Javali calvo, nesse momento, mas com todo respeito).
Acho extremamente necessário entrar em ação o filho da puta mais próximo, em casos como este!
Uma pessoa com essa postura certamente será aquela que em uma conversa de bar não aceitará e muito menos levará em conta uma opinião, que não a dela própria. E por mais estranho que pareça, essa pessoa é rodeada de “amigos”! Rodeada por pessoas vazias e sem uma visão autônoma sobre nada. Esses “amigos” merecem 300(trezentos, se você não for bom em matemática) aspas, pois são apenas aparadores de pelos pubianos que carecem de um líder. Tais amiguinhos despreparados até mesmo para andarem eretos transformam inconveniência em algo lindo! Numa roda de quinze pessoas, elas são cinco e viram para outros em alto e bom som, e dizem: “Vocês são incomparáveis, ninguém mais me importa mais aqui do que vocês!”
FODA-SE, CARA!
Ninguém quer saber das suas preferências, a menos que sejam questionadas! Nesse ponto você já sabe a reposta de um inconveniente a essa pergunta, não é?
“Não te perguntei nada!“
Perceba a riqueza de argumentos, a inteligência e a criatividade revolucionária expressa por essa maravilhosa tirada!
Termino por aqui minha observação sobre tal forma de vida comparável somente à raspas do orifício excretor de um morcego, mas sem antes dizer que opiniões são extremamente importantes para a vida de qualquer pessoa, mas devem se encaixar na hora e no contexto certos, falei?!
Não vou comentar os diferentes tipos de inconvenientes, como o que ouve Funk/Forró/Gospel/Axé/Sertanejo no celular sem fone e com o volume máximo – porque, aparentemente, é um babaca mesmo que deseja nos levar ao suicídio - , o que limpa fluidos corporais em pessoas ou objetos, os que falam demais sem motivo, os que perguntam algo e não deixam você responder, etc. Até porque esses não merecem atenção, somente pequenas doses de educação ou um banho de gases que judia da sua saúde caso seja feito dentro de um banheiro comunitário, em uma daquelas salinhas do Hitler.
Para deixar claro, o “inconveniente” que é lema desse blog significa ir além de todos os limites na crítica e no humor, não desvirtuem.
Vou-me, porém, não sem antes me apresentar, me chamo Vitor e agora escrevo para o blog com o Vitor. Prazer!