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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A gente se liga em você... besta!

 Bom, vocês devem ter visto o vídeo do "movimento Gota D'água", ou, como eu gosto de chamá-lo, "Puta que pariu, só falaram merda nesse video". Eu sei que vocês assistiram-no (nossa, como sou culto!), afinal a classe média super antenada e engajada em movimentos propostos por globais e pelo Felipe Neto está espalhando esse vírus para a mente de diversas pessoas.

 Quando eu vi aquela obra cinematográfica eu pensei em cinco coisas no momento:

1- hahahahahahaha Energia Eólica é solução alternativa?? Energia eólica é muito inconsistente, pq tem dias que venta pouco, globais de merda! Nunca ouviram falar em uma calmaria?? Nunca tentaram soltar pipa?? E energia SOLAR??? Vocês estão reclamando do preço de uma usina hidrelétrica! Fazer com que a energia solar abasteça todo o país no lugar das hidrelétricas custaria, no mínimo, cem (100) vezes o dinheiro de Belo Monte, provavelmente até mais!

2 - Parque do Xingu será destruído?? Desde quando o Xingu fica no Pará???


3 - Xingu secando por oito meses??? hahahahahahahahaha Que delírio de LSD!

4 - Ah é, claro! Energia elétrica é importante pra ver novela, carregar o celular e entrar no youtube pra ver esses vídeos retardados. Claro, Benjamim Franklin viu tudo isso primeiro quando colocou aquela pipa no ar no meio de uma tempestade!

5 - Ai Maitê, não me provoque, sua coroa delícia!

Além desses pormenores, o vídeo ainda mente falando da área que será destruída (esqueceram de descontar o leito do rio; quanta competência!), sobre o valor estimado da obra (30 milhões é uma projeção, o valor mesmo deve ser por volta de 20 bilhões) e ainda falam que utilizará 30% da sua capacidade como se fosse um absurdo (nenhuma hidrelétrica funciona a 100% de sua capacidade, apenas quando há muita demanda de energia. A capacidade energética é muito alta para não haver riscos de falta de energia quando tal demanda aparecer). Não sei se é mentira proposital ou burrice verdadeira, sinceramente.

 Eu estou cansado desses movimentos bestas de internet. Só engajamento idiota, torto e completamente idiota! As pessoas querem menos impostos, ao invés de cobrar que seus impostos sejam bem utilizados, são contra Belo Monte porque acreditaram em todas as idiotices ditas por um bando de atores lendo um roteiro infestado de desinformação e invenções, querem preço baixo no álcool em plena entre-safra, ao invés de cobrarem um transporte público decente, ou um planejamento urbano adequado que não os façam gastar metade do combustível parado em congestionamento.

 O que há de errado com essas mimadas, que comem cupcake e tiram foto pro facebook, que só se "informam" se colocarem a porcaria de um video na internet e enviarem pra elas, pois não gostam de ler nada, apenas o ego? O que passa na cabeça dessa gente de ouvir vários dados de pessoas que não entendem nada sobre um assunto e, ao invés de checarem os mesmos dados, apenas repetem o que foi dito e enchem a boca para defender um ponto de vista cego, uma ideia que não é deles e que eles não compreendem nem um terço da mesma??


 Você pode ser contra Belo Monte, ou a favor, mas tenha piedade e busque as informações! Uma opinião não é fundada por marketing frívolo de um vídeo com fundo branco no youtube, mas sim por conclusões em cima de fatos.


 Vamos parar com essa insanidade de elevar artistas a formadores de opinião, quando eles e elas não tem ideia do que estão falando.


 E para os artistas: Que vergonha você ler um roteiro, se expor e nem pesquisar sobre o que você está falando! Enfiem o dinheiro no rabo, imbecis!

 A questão é que o Brasil precisa de uma nova usina hidrelétrica que é SIM energia limpa. Aliás, somos o país com a energia mais limpa do planeta e exemplo de produção de energia sustentável apontado por diversos institutos ambientais. O país está crescendo, ao contrário do que pensam os leitores da Veja, e a necessidade por energia cresce junto, mas exponencialmente. Ninguém quer o risco de apagões como foi em 2001 (espero que lembrem como foi terrível!), que ocorreu por conta de 3 governos omissos que nada fizeram para aumentar a capacidade energética do país mesmo com o alerta na Eco 92 de que o Brasil sofria um grande risco de falta de energia em 10 anos.

 Vamos olhar para frente! Que os índios sejam respeitados, sim, que as populações ribeirinhas sejam relocadas dignamente, mas que não esqueçamos que o progresso exige decisões importantes e suas consequências devem ser enfrentadas. Não há nada pior do que o atraso por desinformação, apenas falta de vergonha na cara de se informar supera isso.

Beijo na carcunda!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Ctrl + C / Ctrl + V


Vocês devem estar com saudade de assuntos inúteis e desimportantes não é? Não? Bom, nem eu, mas dessa vez o texto aborda um tema tão estúpido e ao mesmo tempo pertinente, o texto de hoje vem falar de Cupcake People.

“Mas tio EspagueteVoador, o que é cupcake people?”

Pois bem meus caros amiguinhos, você conhece aquela pessoa que se junta com amigos (da mesma espécie, diga-se de passagem) para fazer coockies, tomar chá e ouvir a banda mais bonita da cidade? Então, esse tipo de individuo!

Não estou querendo julgar ninguém, dizer que esse tipo ou aquele de gente é inferior, mas simplesmente são irritantes. Ninguém melhor que outra pessoa simplesmente por fazer coisas estúpidas e “cools”, por isso escrevo esse pedaço de fezes. Essa galerinha cupcake realmente perde a noção de algumas coisas, tipo:

Lá vai a cupcake girl e seus amigos super descolados tomar um café de manhã antes da aula no Starbucks, quando vê um coleguinha de faculdade e pensa, “ai que merda, até o Starbucks está ficando orkutizado! Eu já vinha aqui há muuuito tempo!”

¬¬

Sério, existe alguma coisa mais mongolóide do que usar a expressão “orkutização”? Só porque o país cresceu e muitas pessoas sem acesso à internet conseguiram fazer parte da rede social, agora não é mais hype, cool, Mallu Magalhães e Cansei de Ser Sexy?

Essa juventude mongolóide faz parte infelizmente da minha geração, que boa parte foi criada a leite com pêra e Barney, o que infelizmente deixou todos mais idiotas e mais necessitados de atenção. E como conseguir atenção? Sendo diferente, é claro! E quer jeito melhor de ser diferente do que conhecer coisas que ninguém conhece, falando gírias que ninguém fala, freqüentando lugares que ninguém freqüenta, ir a programas que ninguém vai, usar aquele bolerinho para ir tomar um drink?

Essa galera mentalmente afetada foi criada em apartamento e passa a maior parte do seu dia assistindo Glee e lendo Crepúsculo, como não tem coragem para sair de casa criam programas que as tornem sociáveis em seu meio, ou seja, o Facebook. Vivem conectadas todo santo dia, mesmo no celular, simplesmente para ver se aparece alguma novidade ou alguma festinha super da hora para curtir! Se aparece alguma banda que faz sucesso por rimar “três vidas inteiras” com “penteadeira”, e mesmo assim conhecer uma única música e falar que amou a banda, que é exatamente o estilo dela, que é isso que deveria tocar naquela night regada a Bonde do Rolê, David Gueta, CSS, Banda Mais Fudida da Cidade, Marcelo Camelo e bandinhas indies.


Simplificando, se um dia você olhar alguém na rua usando um bolero/colete, cachecol (moro no RJ, não há razão para tal mongolice), All Star quadriculado, ouvindo seu Ipod de fones com formato de vaquinhas e cantarolando alguma coisa lenta e idiota em inglês, tenha certeza, essa pessoa é uma cupcake, é carente, foi criado em apartamento, toma chá e participou da movimento “Preço Justo”! Ou seja, não é ninguém autentico, exatamente o que tentam ser.

Querem ser novidade? Se veste de palhaço e rasga dinheiro... Ah é, vocês já fazem isso!

Um abraço não! XOXO!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Vamos falar de música...de novo!


Mentalmente saturado e fisicamente cansado de Rock in Rio, o autor que vos fala (puff) pode garantir que o maior evento de música do Brasil foi, no mínimo, uma surpresinha agradável. Pois bem meus caros e raros leitores, participei ativamente do RIR trabalhando e assistindo os shows que mais me interessaram ( e ouvindo algumas malditas tentativas de música ), tive a oportunidade de entrar de graça, até porque não pagaria mesmo, em 4 dias do evento.

Começando pelas coisas mais agradáveis, como o clima de tranqüilidade na Cidade do Rock. Nos quatro dias que passei perambulando a espera de respostas (hauhaua) e boa música, não presenciei e nem fiquei sabendo de brigas e porradarias em geral (claro que houveram porradarias consentidas, mas nada que não fosse esperado em shows de rock de VERDADE). Houveram shows que foram muito bons por sinal, como o do Coldplay em que paguei a língua, não por não gostar da banda, muito pelo contrário, mas por pensar que seria um show morno, sem graça, foi muito bom e recomendo! Slipknot nem preciso comentar, foi no mííííííínimo, ABSURDO, uns dos melhores shows da minha vida! Também tem a Orquestra Sinfônica Brasileira em tributo à Legião Urbana, Skank, Capital Inicial, Jamiroquai, Steve Wonder, System of a Down, Maroon 5, Titãs e Paralamas, Metallica, Motörhead, Pitty, Detonautas e... Ivete Sangalo!

“Nossa, mas que babaca esse cara do espaguetevoador! Sempre falando que o Rock in Rio só deveria ter rock nhemnhemnhemnhem!”


Tenho uma coisa pra falar a todos vocês que pensaram assim: Eu fui na gravação do DVD dela no Maracanã! AUHAUHAU E foi foda! Odeio axé, odeio o objetivo de micaretas, não tenho vontade de ir pro carnaval de Salvador...mas admito que essa mulher faz um show do caralho! Vi pela televisão, não presenciei esse, e ela fez um show que muita banda de rock não faria, cativou a galera e fez todo mundo pular, gritar e se esgoelar. E não é por isso que vamos a um show?

Mas voltando ao Rock in Rio e suas escolhas mal sucedidas, vamos listar só as mais esdrúxulas em meio a tantas idiotas:

· Glória, coitados! Quem não aceitaria ganhar uma grana e ainda abrir um dia do RIR?

· Ke$ha. O que ela faz não pode ser considerado música.

· NxZero. A banda manda bem, mas subir no palco com um vocalista usando blazer?

· Guns and Roses. Melhor dizendo Axl Rose gordo e sem fôlego, mais músicos contratados.

· Claudia Leite. Burra e projeto de Luciano Huck., essa merece uma atenção especial!

Se liga no comentário da jumenta depois de ser vaiada quando quis tocar “Segura na corda do caranguejo”, onde todo mundo deveria empurrar a pessoa ao lado, no meio de 100.000 pessoas:


"Não gostar de Axé é normal! Anormal é achar-se superior porque conhece John Coltrane ou porque adora o Metallica. Procurem no Google sobre a história de um ariano que se achava superior aos judeus… Há tanto por fazer. E pessoas com voz ativa, com acesso à internet, manifestam-se como se fossem melhores que as outras porque curtem o LED ZEPPELIN… Hein?"

Desculpa aí, projeto de politicamente correta, mas quem ta parecida com o Hitler aqui é a senhorita, não nos achamos superiores porque gostamos de rock, só queremos um evento que tem rock no nome, com supremacia rockeira, e não uma debiloide como você pra quase estragar a festa! Outra coisa, o conceito de raça não existe mais, estúpida, então não existem arianos ou negros, só pretos e brancos, se alguém ainda pensa em raças, só pode ser preconceituoso ou racista! E falando nisso, quem aí nunca ouviu um “micareteiro-pegador/pegadora-projeto verão 2012” chamando um rockeiro de mongolóide, sujo ou nerd, hein?

Pois bem, criançada, em meio a muitos, mas muitos motivos mesmo, para dizer que esse não foi o Rock in Rio dos sonhos e que não chegou aos pés dos anteriores realizados no Brasil, só consigo dizer que foi uma agradável surpresa, uma boa distração, mas que não valia os quase 200 reais de uma entrada inteira.

Abraço!

sábado, 30 de abril de 2011

Mind Control

Eu tinha certeza que ainda ia ouvir estupidez sobre esse assunto, tava demorando. Caros senhores, peço para que se segurem nas cadeiras e engulam o vômito, pois a Rede Record, sim aquela mesma dos dízimos, Legendários e outras idiotices, fez uma reportagem (gigante, diga-se de passagem), sobre como os jogos de vídeo game violentos estimulam as crianças, adolescentes e desocupados, a cometerem atos de crueldade. Até aí tudo bem, nada que qualquer outro canal não tenha dito, mas para completar a tremenda babaquice, relacionaram essa teoria ao acontecimento terrível na escola em Realengo, aquela em que o um cara, Wellington Menezes, entrou e atirou nas crianças.

O que me dá mais ódio, não são as coisas que fizeram para comprovar que estavam certos, como contratar um psicanalista, que sem qualquer dado ou prova, confirmou a existência de tal sintoma. Só isso já me deixaria extremamente descrente de que o mundo pode ser melhor, mas o simples fato das mídias se aproveitarem de um evento tão triste para conseguir mais ibope, é terrível, relacionando até vídeo games a esses acontecimentos.

Partindo da mesma linha de pensamento, vamos dizer que qualquer modo de entretenimento utilizado pelos jovens, é tão influenciador a ponto de fazê-lo agir de modo que afete a vida dos outros. Então ta bem, isso existe de verdade, mas a culpa é de quem? Dos pais? Sim, em parte é sim, se os filhos assistem a determinado programa ou jogam um jogo de vídeo game, é porque os pais deixaram ou são como a maioria dos progenitores de pit-boys, simplesmente “cegos” e ausentes. Mas essas coisas só chegam a qualquer pessoa pela mídia, a mesma que tenta depois culpar seu próprio ganha pão pelos males. Genial! Muito maligno, mas genial!

Voltando ao assunto Record e utilizando um pouquinho do que ta escrito aí em cima, vamos supor que realmente parcela da culpa seja dos jogos eletrônicos. Então a culpa é da Rede Record que muitos brasileiros gastem praticamente metade de seus salários com a Igreja Universal, enganados pensando que um dia vão receber tudo em dobro? Que por conta desses “dízimos” (altíssimos), pessoas percam casas, famílias e o respeito para com as outras religiões? Engraçado, já fizeram matérias sobre isso, mas o que aconteceu? Bem, você e outras milhões de pessoas esqueceram por conta de matérias sobre a Madonna, o casamento do príncipe William e as Sandálias da Humildade.


Maldita mídia, você é um gênio.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Marasmo safo.

Boa noite, rapaziada! Estava aqui nos meus devaneios diários, quando algo meio passado e chato me pentelhou até eu vir aqui para escrever. Nos meus áureos 20 anos, percebo que o mundo não é mundo há um tempo e que culpa disso é do conservadorismo. (?)

Pois é, fiquei pensativo e me achando idiota quando cheguei a tal conclusão brilhante (estúpida). Não vivi a época que queria ter vivido, e não pensei do jeito que sempre quis ter pensado. Na plenitude do meu livre arbítrio, percebi que não tenho contra o que brigar, na verdade tenho, mas é algo muito maior do que eu, você e sua galerinha esperta. É no conservadorismo do progresso finito, naquele velho pensamento que já mudou tudo que se pode mudar, que nos encontramos presos, sem ajuda ou qualquer esboço de esforços conjuntos para mudar.

Aí você pensa: “Pra que mudar?”

Bem, fico feliz e triste se você pensou assim. Sua vida no mínimo é confortável e você se diz feliz. Se você pensa diferente, provavelmente sua vida é uma merda e não tem as coisas que considera essenciais para se viver, ou simplesmente é como eu, e quer simplesmente ver uma vida melhor pra todos. (John Lennon, mode on) Se não melhor, pelo menos digna.

Queria ter vivido na época em que todos, ou pelo menos a maioria queria mudar, mudar-se ou simplesmente sair do marasmo. Sei que tenho idéias erradas sobre muitas coisas, infinitas talvez, mas queria ter experimentado como era ver o mundo e as pessoas como granadas sem o pino, esperando um puto tropeçar pra explodir. Queria testemunhar a inquietação, o “emputecimento” os acontecimentos acontecendo!



Não quero dizer que minha vida é uma bosta e que quero me matar, mas poderia ser melhor. Poderiam os mesmos asnos que convivo e assisto na TV, serem combatidos ou transformados em algo bom. Falando em algo bom, tem muita cabeça boa presa por aí, esperando só um empurrãozinho pra funcionar. Pena que esse empurrãozinho pouquíssimos ainda sabem dar, e se foi dado, rapidamente é combatido com fórmulas mágicas para viver a vida, o famoso caminho fácil. Onde enfiaram o cominho certo? Você sabe?

Nem eu.

Um beijo, galerinha.

sexta-feira, 25 de março de 2011

E o Rock segue vivo.

Mainstream e vivo!









E para vocês, amantes de happy music, Fiuk e coisas do tipo:
VIVA A MORTE DO MEU PAU!

beijos

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O mundo está se perdendo porque quer!

PUTA QUE O PARIU! Desculpem-me, mas não há maneira mais correta de começar esse post. Após algumas linhas de leitura, se é que vocês ainda sabem o que é ler, vão ficar tão revoltados quanto eu. Mais uma vez essa modinha de coloridos me irrita, podem chamar de implicância ou recalque, não me importo, é isso tudo mesmo! Queria eu, ter formado uma banda e feito sucesso!

Mas a mais nova notícia, triste, porém nova, é a filmagem de um longa sobre o Restart.






CARALHO! CARALHO! CARALHO! MIL VEZES CARALHO!

Pelo amor de Buda!! O que está acontecendo?! Vai ser um filme sobre a vida e obra deles...mesmo eles só tendo no máximo 19 anos e 2 anos de carreira! Cacete do céu! Parece aquele mongolóide do Fiuk que vai lançar uma biografia! BIOGRAFIA! O que mais me entristece é que demoraram anos para se fazer um filme descente sobre o John Lennon e alguns meses de puro marketing para esses seres bizarros ganharem coisas como essas. Olha, nada contra os coloridos em geral, mas os moleques do Restart tocam e cantam muito mal! Muito mal, mesmo. Pelas entrevistas que já vi deles, são muito gente boa, mas uns bostinhas de músicos. Já o Fiuk, bem...ele é um merdão em todos os aspectos.


Outra obra prima das grandes mídias é Geyse. Tenho pena de falar dela coitada, mas só de pensar que a revista masculina mais vendida nos últimos três anos é dela, penso seriamente em ir para a faculdade com um vestido curto e rosa. Se essa jumenta, ex-gorda e carente já achava que era alguém, com esse acontecimento...Puff! Chupa essa manga, Brasil!



Onde foram parar os verdadeiros gênios que merecem esse tipo atenção? Renato Russo? Raul? Morreram? É esse o motivo?Ah, não...lembrei, já não estão mais na moda. Culpa de quem? Ora, ora!

Sua, espertinho(a)!

Um tapa no cérebro pra ver se pega no tranco.

domingo, 29 de agosto de 2010

Flatulência emocional.

Sim, sou eu de novo postando. Como a outra parte da minha dupla-personalidade "Vitor Tardelle" quebrou o braço fazendo sexo de cabeça para-baixo com uma preguiça, eu, "Vitor Pontes", postarei por um bom tempo até que os pinos de adamantium que meu nobre companheiro (hmmmmmmmm) se recupere. Ou ameaço tirar os pinos do braço dele com um imã, caso o temporariamente maneta não volte a postar logo.

Bom, deixando os acidentes libidonosos de lado, vamos ao texto de hoje. Pretendo falar um pouco sobre a realidade paralela que todos nós criamos em torno de absolutamente tudo: política, relacionamentos, trabalho, estudos, mangás pornográficos... É um singelo fenômeno que anda amputando a percepção da realidade de muitos humanos, a idealização.

Ela está em todos os lugares, com todas as pessoas, iludindo e atraindo jovens rumo ao armário de remédios anti-depressivos da mamãe. Para deixar claro, não desprezo a idealização dos fatos da vida, só odeio ver gente que não aprende, não importando quantos socos na boca do estômago e bicudas na orelha tenham levado do mundo real. Não está entendendo nada? Pois bem, você pode ter idealizado esse post e agora a realidade mostrou o quão merda ele é. E, obviamente, o tema mais idealizado por nossas mentes fulgurosas (estava doido para usar essa palavra) é o amor. Aaaahhh o amor...

O que mais vejo enquanto passeio na blogosfera são textos de amor. Nada contra o "romantismo" cotidiano que muitos carregam em sí, assim como macacos carregam pulgas, o problema é que quase completamente todos os textos são sobre decepções, desilusões, o quanto sofreram, o tamanho da saudade que carregam, e por aí vai. Para esclarecer ainda mais, também não tenho nada contra esses textos, tenho contra a repetição excessiva deles.

Outro grande problema é que não são textos - como poderia dizer... - com uma mensagem de algo realmente inacreditável que tenha acontecido, um rompimento feroz, voraz, rroooaaarrr de um relacionamento, não! São simplesmente histórias normais, de relacionamentos comuns, que provavelmente navegavam em um mar de merda por um tempo e simplesmente acabaram. O que há de estranho nisso?? Pra que tanto ressentimento e, às vezes, até inconformismo?? Isso acontece sempre! A única vez que não acontecer, ou é porque você desistiu, ou é porque casou. E se tiver casado, ia querer que o desastre tivesse acontecido e sua liberdade estaria preservada (calma, estou brincando!).

Quando somos jovens e temos esse impacto pela primeira vez, realmente é normal querermos desabafar esse tipo de coisa. Cada um encontra a sua maneira e, nesse mundãozão virtual, os blogs se tornam mais um meio para isso. Justamente por termos a mesma experiência em relacionamentos que um amendoim, idealizamos como será mágico, lindo, Mary Poppins e etc. Agora, quando crescemos um pouco e amadurecemos, esse tipo de pensamento deve desaparecer.

Vamos enfiar em nossas cabeças: o relacionamento é uma montanha-russa, viveremos momentos de plena alegria, de frustração, de cumplicidade, de ódio, de fraternidade, de aborrecimento, de paixão enlouquecedora e de arrependimento por ter entrado nessa zona complexa e ambígua.

Resumindo, o relacionamento é uma merda, mas pode ser uma merda boa, ou uma muito ruim, daquelas meio verdes, sabe? Tudo depende de como nós lidaremos com as coisas que acontecerão. Não há nada de mágico, esqueçamos isso! É só mais uma fatia da nossa realidade escrota e incrivelmente irônica, portanto estejamos preparados para tudo, tudo mesmo, até para pegar sua mulher fazendo uma massagem prostática no seu vizinho, ou seu namorado fazendo uma massagem prostática no vizinho.

Eu fico revoltado quando vejo muitas pessoas centralizando suas vidas em torno do amor, sinceramente. Para muitos esse é o sentido da vida, se não conseguir alimentá-lo e ser correspondido sempre, nada mais importa, nada mais existe. Parem, porra! Acordem um pouquinho para essa vida curta que nós temos. Quem disse que amar e ser amado é a única coisa que existe? Quem disse que é a única coisa que importa? Quem inventou que isso está acima de tudo e de todos? Questionem um pouquinho, amem um pouco a sí mesmos antes de traçar planos e basear toda a sua vida em algo completamente fora do seu controle.

Para encerrar, não sou contra o amor, claro que não! Pode não parecer, mas eu também amo. É realmente um sentimento lindo, muito legal de se compartilhar, entretanto nada é fora dos padrões. Então, segurem a imaginaçãozinha de LSD de vocês, pois nada será um conto de fadas, nada será perfeito, nada será pleno eternamente. Amem, claro! Sejam amados (boa sorte)! Contudo, jamais achem que toda nossa existência, com inúmeras possibilidades para se saborear, resume-se em coração acelerado, mãos suando frio, insegurança e cinzeiros sendo atirados em sua direção.